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CEO da Boeing se pronuncia sobre atraso do 777X

O CEO da Boeing, David Calhoun, caracterizou na quarta-feira o revés mais recente sofrido pelo programa 777X, resultando em um atraso na primeira entrega do 777-9 até 2025 como um reflexo da “posição de força, não de fraqueza” da empresa. ⁠

Falando durante a teleconferência de resultados do primeiro trimestre da empresa, Calhoun explicou que o atraso e a pausa da produção do 777-9 até 2022 - para os quais espera incorrer em custos adicionais totalizando US $ 1,5 bilhão - não refletiu nenhuma deficiência na organização de engenharia da empresa ou qualquer déficit em engenheiros, mas sim a partir de uma reavaliação do tempo que a empresa precisaria para atender aos requisitos de certificação mais rígidos da FAA.⁠

Originalmente programado para certificação em 2020, o 777X acumulou 2.000 horas de teste de voo. No entanto, o 777X encontrou mais de um grande obstáculo em seu caminho para a primeira entrega, principalmente a supervisão mais completa dos reguladores resultantes das investigações sobre os dois acidentes fatais do 737 Max em outubro de 2018 e março de 2019. ⁠



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